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	<title>Canto do Aprendiz &#187; Candomblé</title>
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		<title>Canto do Aprendiz &#187; Candomblé</title>
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		<title>LUZ ! CÂMERA ! MISTIFICAÇÃO !!!</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 09:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolwalent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens Umbanda]]></category>
		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[MISTIFICAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Indignação. Esta é uma das tantas palavras que afloram na mente dos verdadeiros umbandistas, diante das várias situações negativas que infelizmente ocorrem em nosso meio religioso, e que, diga-se de passagem, nada têm a ver com a nossa Sagrada Umbanda. A história é a mesma. Pessoas inescrupulosas, de comportamento vil, encarceradas pela vaidade e egocentrismo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoaprendiz.wordpress.com&blog=4567216&post=1599&subd=cantodoaprendiz&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Indignação. Esta é uma das tantas palavras que afloram na mente dos verdadeiros umbandistas, diante das várias situações negativas que infelizmente ocorrem em nosso meio religioso, e que, diga-se de passagem, nada têm a ver com a nossa Sagrada Umbanda. A história é a mesma. Pessoas inescrupulosas, de comportamento vil, encarceradas pela vaidade e egocentrismo, atributos que constituem e comandam suas personalidades doentias, e que querem a, qualquer custo, ser o centro das atenções e discussões, nem que para isto tenham que macular a imagem da Umbanda.<span id="more-1599"></span> Para estes elementos de má índole, a Umbanda é vista, não como instrumento de ação espiritual positiva, de amor e caridade, mas sim como trampolim para se alcançar interesses pessoais e reprováveis. Caro leitor, analisemos juntos e com serenidade espiritual uma situação que foge à observação de muitos, mas que merece ser trazida à tona, a fim de que a grande massa de umbandistas (os verdadeiros, é claro !!) possam ficar atentos e tirarem suas conclusões ante a  determinadas atitudes que ferem frontalmente os princípios sadios de nossa religião. É acontecimento natural, reflexo da necessidade humana em registrar eventos de relevância, ou como forma de organização histórica das Instituições, que durante uma Gira ou Sessão que tenham por fim saudar à Espiritualidade Superior, ou ainda comemorar o <a rel="attachment wp-att-1600" href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2009/09/27/luz-camera-mistificacao/camera/"><img class="alignright size-full wp-image-1600" title="camera" src="http://cantodoaprendiz.files.wordpress.com/2009/09/camera.jpg?w=250&#038;h=200" alt="camera" width="250" height="200" /></a>aniversário de fundação de um templo umbandista, que alguns adeptos (médiuns ou assistentes) queiram perpetuar tais momentos de maneira a terem uma fonte documental de referência segura contra possíveis lapsos de memória.</p>
<p>Deste modo, é comum observarmos pessoas utilizando-se de gravadores, máquinas fotográficas e câmeras de filmagem durante as várias cerimônias que se realizam nos terreiros. Até aí, nada de mais, uma vez que não é um procedimento exclusivo da Umbanda, mais usual em outros segmentos religiosos. No entanto é certo e lógico que ao utilizarmos a tecnologia para determos nos instrumentos de captação sonora ou visual manifestações da Espiritualidade Superior, devemos ter em mente o caráter de impessoalidade  durante estas ações. O importante nestas ocasiões é ter uma visão do que acontece como um todo, ou seja registrar em gravadores ou câmeras a exteriorização da espiritualidade de uma forma coletiva, em que cada médium se apresente como mera unidade  instrumental para a manifestação dos espíritos. Não se concebe a idéia de que Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Exus e Crianças, entidades de alta estirpe espiritual que militam na Corrente Astral de Umbanda, se manifestem nos terreiros e fiquem procurando as lentes de máquinas fotográficas ou filmadoras na intenção de verem captadas a sua imagem (na realidade a imagem do médium). É evidente que quando isto ocorre, não é por ação dos espíritos trabalhadores de nossa cristalina Umbanda, mas sim pela vaidade, pelo narcisismo e outros atributos negativos enraizados em algumas pessoas, que de umbanditas nada têm.</p>
<p>Simulam incorporação com tal ou qual espírito e, sob tal mistificação, exteriorizam o seu verdadeiro &#8220;eu&#8221;. Pedem para serem fotografados, fazem pose para as câmeras, estufando o peito e olhando para as lentes com ares de superioridade, parecendo mais intelectuais sendo fotografados ou filmados em eventos sociais. E não é só isto. A pessoa pode até estar incorporada, restando saber a que classe pertence o espírito que se manifesta através dela. Sabemos que espíritos ainda pouco esclarecidos se fazem passar (mistificam) por Caboclos, Exus, Pretos- Velhos etc., a fim de se infiltrarem nos templos umbandistas, promovendo a discórdia, a excentricidade, a confusão. Para estas entidades  o flash de uma máquina fotográfica ou o refletor de uma câmera filmadora funcionam como grandes massageadores de ego, apegados que estão aos vícios, sentimentos e desejos humanos. Os espíritos laboradores de nossa religião encaram fotografias,<br />
filmagens e gravações como algo sem nenhuma significância, mas as toleram por necessidades e desejos humanos. De igual forma, médiuns sérios jamais se preocupam em &#8220;sair na foto, na fita ou DVD&#8221;, pois sabedores que nos trabalhos de terreiro é a Umbanda que deverá ser o único foco das atenções e exaltações.</p>
<p>Aos leitores: Luz, Câmera e Atenção !!!</p>
<h5>Fonte: Site A Umbanda com Amor</h5>
Posted in Mensagens Umbanda, Umbanda  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoaprendiz.wordpress.com/1599/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoaprendiz.wordpress.com&blog=4567216&post=1599&subd=cantodoaprendiz&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Origem do Candomblé</title>
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		<comments>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/06/origem-do-candomble/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 05:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolwalent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Jeje]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Ketu]]></category>
		<category><![CDATA[Nações do candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[origem do candombé]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por que o culto do orixá é chamado de Candomblé?
Em 1830, algumas mulheres negras originárias de Ketu, na Nigéria, e pertencentes a irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, reuniram-se para estabelecer uma forma de culto que preservasse as tradições africanas aqui, no Brasil.Segundo documentos históricos da época, esta reunião aconteceu na antiga Ladeira do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoaprendiz.wordpress.com&blog=4567216&post=704&subd=cantodoaprendiz&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://cantodoaprendiz.files.wordpress.com/2008/09/candomble31.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-705" title="candomble31" src="http://cantodoaprendiz.files.wordpress.com/2008/09/candomble31.jpg?w=200&#038;h=198" alt="" width="200" height="198" /></a></p>
<p><span lang="PT-BR">Por que o culto do orixá é chamado de Candomblé?</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Em 1830, algumas mulheres negras originárias de Ketu, na Nigéria, e pertencentes a irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, reuniram-se para estabelecer uma forma de culto que preservasse as tradições africanas aqui, no Brasil.</span><span id="more-704"></span><span lang="PT-BR">Segundo documentos históricos da época, esta reunião aconteceu na antiga Ladeira do Bercô; hoje, Rua Visconde de Itaparica, próximo a Igreja da Barroquinha na cidade de São Salvador &#8211; Estado da Bahia.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Desta reunião, que era formada por várias mulheres, como foi relatado anteriormente, uma mulher ajudada por Baba-Asiká, um ilustre africano da época, se destacou:</span></p>
<p><span lang="PT-BR">- Íyànàssó Kalá ou Oká, cujo o òrúnkó no orixá era Íyàmagbó-Olódùmarè.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Mas, o motivo principal desta reunião era estabelecer um culto africanista no Brasil, pois viram essas mulheres, que se alguma coisa não fosse feita aos seus irmãos negros e descendentes, nada teriam para preservar o &#8220;culto de orixá&#8221;, já que os negros que aqui chegavam eram batizados na Igreja Católica e obrigados a praticarem assim a religião católica.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Porém, como praticar um culto de origem tribal, numa terra distante de sua ìyá ìlú àiyé èmí, ou a mãe pátria terra da vida, como era chamada a África, pelos antigos africanos?</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Primeiro, tentaram fazer uma fusão de várias mitologias, dogmas e liturgias africanas. Este culto, no Brasil, teria que ser similar ao culto praticado na África, em que o principal quesito para se ingressar em seus mistérios seria a iniciação. Enquanto na África a iniciação é feita muitas vezes em plena floresta, no Brasil foi estabelecida uma mini-África, ou seja, a casa de culto teria todos os orixás africanos juntos. Ao contrário da África, onde cada orixá está ligado a uma aldeia, ou cidade; por exemplo: Xangô em Oyó, Oxum em Ijexá e Ijebu e assim por diante.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Mas, por que esse culto foi denominado de Candomblé?</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Este culto da forma como é aqui praticado e chamado de Candomblé, não existe na África. O que existe lá é o que se chama de culto ao orixá, ou seja, cada região africana cultua um orixá e só inicia elegun ou pessoa daquele orixá. Portanto, a palavra Candomblé foi uma forma de denominar as reuniões feitas pelos escravos, para cultuar seus deuses, porque também era comum chamar de Candomblé toda festa ou reunião de negros no Brasil. Por esse motivo, antigos Babalorixás e Yalorixás evitavam chamar o &#8220;culto dos orixás&#8221; de Candomblé. Eles não queriam com isso serem confundidos com estas festas. Mas, com o passar do tempo a palavra Candomblé foi aceita e passou a definir um conjunto de cultos vindo de diversas regiões africanas. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">A palavra Candomblé possui 2 (dois) significados entre os pesquisadores: Candomblé seria uma modificação fonética de “Candonbé”, um tipo de atabaque usado pelos negros de Angola; ou ainda, viria de “Candonbidé”, que quer dizer “ato de louvar, pedir por alguém ou por alguma coisa”.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Como forma complementar de culto, a palavra Candomblé passou a definir o modelo de cada tribo ou região africana, conforme a seguir: </span></p>
<ul>
<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/06/nacao-ketu/" target="_self"><span lang="PT-BR">Candomblé da Nação Ketu </span></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/06/nacao-jeje/" target="_self"><span lang="PT-BR">Candomblé da Nação Jeje </span></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/06/nacao-angola/" target="_self"><span lang="PT-BR">Candomblé da Nação Angola </span></a></li>
</ul>
<ul>
<li><span lang="PT-BR">Candomblé da Nação Congo </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span lang="PT-BR">Candomblé da Nação Muxicongo </span></li>
</ul>
<p><span lang="PT-BR">A palavra “Nação” entra aí não para definir uma nação política, pois Nação Jeje não existia em termos políticos. O que é chamado de Nação Jeje é o Candomblé formado pelos povos vindos da região do Dahomé e formado pelos povos Mahin. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os grupos que falavam a língua yorubá entre eles os de Oyó, Abeokutá, Ijexá, Ebá e Benin vieram constituir uma forma de culto denominada de Candomblé da Nação Ketu. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Ketu era uma cidade igual as demais, mas no Brasil passou a designar o culto de Candomblé da Nação Ketu ou Alaketu. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Esses yorubás, quando guerrearam com os povos Jejes e perderam a batalha, se tornaram escravos desses povos, sendo posteriormente vendidos ao Brasil. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Quando os yorubás chegaram naquela região sofridos e maltratados, foram chamados pelos fons de ànagô, que quer dizer na língua fon, “piolhentos, sujos” entre outras coisas. A palavra com o tempo se modificou e ficou nàgó e passou a ser aceita pelos povos yorubás no Brasil, para definir as suas origens e uma forma de culto. Na verdade, não existe nenhuma nação política denominada nagô. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">No Brasil, a palavra nàgó passou a denominar os Candomblés também de Xamba da região norte, mais conhecido como Xangô do Nordeste. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os Candomblés da Bahia e do Rio de Janeiro passaram a ser chamados de Nação Ketu com raízes yorubás. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Porém, existem variações de Nações, por exemplo, Candomblé da Nação Efan e Candomblé da Nação Ijexá. Efan é uma cidade da região de Ijexá próxima a Osobô e ao rio Oxum. Ijexá não é uma nação política. Ijexá é o nome dado às pessoas que nascem ou vivem na região de Ilexá. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">O que caracteriza a Nação Ijexá no Brasil é a posição que desfruta Oxum como a rainha dessa nação. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Da mesma forma como existe uma variação no Ketu, há também no Jeje, como por exemplo, Jeje Mahin. Mahin era uma tribo que existia próximo à cidade de Ketu. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os Candomblés da Nação Angola e Congo foram desenvolvidos no Brasil com a chegada desses africanos vindos de Angola e Congo. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">A partir de Maria Neném e depois os Candomblés de Mansu Bunduquemqué do falecido Bernardino Bate-folha e Bam Dan Guaíne muitas formas surgiram seguindo tradições de cidades como Casanje, Munjolo, Cabinda, Muxicongo e outras. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Nesse estudo sobre Nações de Candomblé, poderia relatar sobre outras formas de Candomblé, como por exemplo, Nagô-vodun que é uma fusão de costumes yorubás e Jeje, e o Alaketu de sua atual dirigente Olga de Alaketu. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">O Alaketu não é uma nação específica, mas sim uma Nação yorubá com a origem na mesma região de Ketu, cuja história no Brasil soma-se mais de 350 (trezentos e cinqüenta) anos ao tempo dos ancestrais da casa: Otampé, Ojaró e Odé Akobí. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">A verdade é que o culto nigeriano de orixá, chamado de Candomblé no Brasil, foi organizado por mulheres para mulheres. Antigamente, nas primeiras casas de Candomblé, os homens não entravam na roda de dança para os orixás. Mesmo os que tornavam-se Babalorixás tinham uma conduta diferente quanto a roda de dança. Desta forma, a participação dos homens era puramente circunstancial. Daí ter-se que se inserir no culto vários cargos para homens, como por exemplo, os cargos de ogans. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Hoje, a palavra Candomblé define no Brasil o que chamamos de culto afro-brasileiro, ou seja: “<em>Uma Cultura Africana em Solo Brasileiro</em>”. </span></p>
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		<title>Candomblé</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 06:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolwalent</dc:creator>
				<category><![CDATA[Candomblé]]></category>

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O termo “candomblé” era usado inicialmente para designar apenas certo tipo de dança, mas passou a significar também o próprio ritual religioso dos negros africanos. A principal diferença entre os vários tipos de candomblé existentes no Brasil é a origem étnica. Existem, entretanto, quatro características comuns e importantes para caracterizá-lo como de origem africana: a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoaprendiz.wordpress.com&blog=4567216&post=108&subd=cantodoaprendiz&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://cantodoaprendiz.files.wordpress.com/2008/09/baiana2501.jpg"><img class="size-full wp-image-712 aligncenter" title="baiana" src="http://cantodoaprendiz.files.wordpress.com/2008/09/baiana2501.jpg?w=250&#038;h=150" alt="" width="250" height="150" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">O termo “candomblé” era usado inicialmente para designar apenas certo tipo de dança, mas passou a significar também o próprio ritual religioso dos negros africanos. A principal diferença entre os vários tipos de candomblé existentes no Brasil é a origem étnica. Existem, entretanto, quatro características comuns e importantes para caracterizá-lo como de origem africana: a possessão pela divindade, o caráter pessoal da divindade, o oráculo e o despacho de Exu.<span id="more-108"></span></span><span lang="PT-BR">Há quem faça distinção entre o candomblé e a umbanda enquanto rituais. Ambos são religiões<br />
afro-brasileiras, mas a umbanda se caracteriza pela mistura do candomblé e do espiritismo, estando, dessa forma, voltada para os feitiços. O termo quimbanda, é usado para definir a parte da umbanda que é voltada para magia negra, conhecida como: macumba. No candomblé utilizam-se mais as danças e os trabalhos com forças advindas da natureza, como as do mar, do fogo, do ar, dos rios e florestas, representadas pelos orixás.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O candomblé praticado atualmente se encontra modificado, marcado por forte sincretismo religioso, decorrente das influências culturais dos brancos e indígenas. Essa foi uma alternativa de sobrevivência da religião. Entretanto, nos dias de hoje, observa-se a tentativa de retomar as tradições africanas, afastando os elementos católicos de seus rituais. </span></p>
<p><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Garamond; 	panose-1:2 2 4 4 3 3 1 1 8 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0in; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0in; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0in; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:8.5in 11.0in; 	margin:1.0in 1.25in 1.0in 1.25in; 	mso-header-margin:.5in; 	mso-footer-margin:.5in; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><span lang="PT-BR">Para cada orixá há um canto, dança e indumentária especiais. As cerimônias acontecem de preferência em locais afastados, à noite, e em contato com a terra, que transmite as forças da natureza. Sua estrutura, chamada “ordem de xirê” (brincadeira, na língua iorubá). divide a festa em três partes. A primeira acontece à tarde, com sacrifícios e oferendas. A segunda é a festa em si, à noite, na presença do público, quando os filhos-de-santo “incorporam” os orixás. E a terceira fase, o encerramento, com a roda de Oxalá, o deus criador do homem.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">A entrada para essa hierarquia é a indicação do orixá. É o que se chama bolar no santo. A partir<br />
daí, o abiã (noviço) tem de se submeter aos rituais de iniciação cerimônias do bori, orô e saídas de iaô. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Um recém-iniciado passa de um a seis meses vivendo dentro de severas restrições. É o tempo de quelê o período em que o abiã usa um colar de contas justo ao pescoço. Enquanto usar o quelê, ele deve vestir branco, comer com as mãos e sentar-se só no chão. Estão proibidas as relações sexuais e os pratos que não sejam os de seu orixá. As obrigações não terminam por aí: o iniciado terá de cumprir ainda três rituais depois de um ano, três anos e sete anos , com sacrifícios, toques e oferendas. Só depois ele pode se candidatar a ebômi, o degrau seguinte da hierarquia. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">As danças do candomblé são executadas com movimentos exóticos de braços e pernas, conforme cada orixá, com os olhos fechados ou arregalados, e chegam a causar alterações fisionômicas em<br />
quem as pratica.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Através desse ritual, o candomblé perpetua-se e sua prática se espalha por todo o Brasil. Encontra-se também associado aos cortejos do ciclo carnavalesco, como afoxés,e maracatus,<br />
enriquecendo e fortalecendo, dessa forma, as festas afro-brasileiras e o folclore nacional.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Assim, o candomblé já se incorporou à alma brasileira. Tanto é que o país inteiro conhece o grito de felicidade a saudação mágica que significa, em iorubá, energia vital e sagrada: <strong>Axé!</strong></span></p>
<h3><strong><span style="text-decoration:underline;">Veja também (click):</span></strong></h3>
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<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/06/origem-do-candomble/" target="_self">Origem do Candomblé</a></li>
<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/06/nacoes-do-candomble/" target="_self">Nações do Candomblé</a></li>
<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/08/11/orixas-2/" target="_self">Orixás</a></li>
<li><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/22/os-toques-do-candomble/" target="_self">Os toques do Candombl<span lang="PT-BR">é</span></a></li>
</ul>
<h3 style="text-align:left;"><span style="color:#800000;"><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/08/11/orixas-2/" target="_self"></a></span></h3>
<p style="text-align:left;"><!--[if gte mso 9]&gt;--></p>
<p><!--[if gte mso 9]&gt;--></p>
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