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Sensações normais que o médium pode sentir

Mediunidade na Umbanda – Sensações normais que o médium pode sentir

Cada ser humano é um universo e um sistema diferente do outro, e por isso todos nós sensitivos, sentimos de forma única os efeitos que esse complexo movimento constante de energias ao nosso redor, provoca em nós. Alguns têm sensibilidade maior em determinados chackras e isso pode causar que em determinada região ele vá sentir mais efeitos do que em outras áreas. Às vezes a pessoa tem maior sensibilidade para sentir um determinado tipo de ação e movimento energético e sentir mais fortemente um determinado tipo de sensação /sintoma e assim por diante.

Doamos e recebemos energias, somos também manipulados energeticamente e invisivelmente pelos mentores da corrente astral do agrupamento de trabalho, e tudo isso, gera sensações, sintomas, e efeitos mais ou menos perceptíveis, conforme a SENSIBILIDADE de cada um. Não quer dizer que quem não sente nada, ou sente pouco, não está em movimentação energética.

Quando passamos a entender certos processos, eles passam a nos soar mais familiares, a parecer mais simples e natural, nem nos causar mais tanto medo e insegurança, principalmente se temos a oportunidade de estar em contato com outras pessoas que passam a mesma coisa ou parecida com o que passamos.
Quando estamos nos dispondo em ambiente mediúnico de trabalho, estamos em intensa movimentação energética, tendo consciência, sabendo ou não disso. A grande maioria das pessoas não tem sensibilidade mais apurada para sentir os efeitos que essa movimentação energética provoca em todos nós.

Todos os sintomas comuns que sentimos, bocejos, choques, arrepios, lacrimejamento, calor das orelhas e face, tonteiras, enjôos, dormência, rigidez muscular, taqui cardia, tremores, movimentos involuntários, perda do controle de membros ou corpo inteiro, pressão ou formigamento na testa ou nuca, sonolências ou entorpecimento, zumbido ou ruídos dentro da cabeça, pulsação de mãos, pés, cabeça ou corpo todo, pressão no peito, estomago, etc… São sintomas de que está havendo movimentação energética em nosso duplo etérico, chackras e o corpo sente e traduz essa movimentação energética em forma de sensações e sintomas. Esses são processos normais que alguns sentem, uns mais que outros!!! e não importa o tempo de trabalho, pois é a sensibilidade que o médium sente de perceber movimentações energéticas ocorrendo em seu corpo energético.

Alguns outros sintomas decorrente da movimentação e atuação de nossos guias em nossos centros de forças durante uma sessão:
Arrepios – talvez seja o efeito mais comum, resultado da sensibilidade da troca energética que processa descargas elétricas de nosso duplo etérico.

Enjôo – pode ser resultado da movimentação do chakra gástrico para doação de energias, ou alguma entidade que atue e vibre nesse campo de força.

Tremores e movimentos involuntários – indica movimentação do duplo etérico, ação das entidades sobre nosso campo magnético, agindo sobre os chackras, tanto pode ser com o objetivo de troca energética, como para incorporar, ou preparar os centros de força para incorporações futuras, ou seja, quando estão “amaciando a carne’ para posteriores incorporações.

Os Bocejos – São frutos da emancipação/soltura do corpo astral que está sendo preparado para o afastamento que virá com a incorporação. Os bocejos se dá por entrarmos num estado de relaxamento (parecido ao que antecede o sono), onde também há o desdobramento perispiritual.

Formigar na ponta dos dedos – pode estar relacionado com a concentração de energia que ha em nossas mãos, sabemos que o campo eletromagnético que nos circuenvolve é sentido pelas extremidades, pés e mãos, por onde saem energia constantemente.

Falta de ar – É resultado da compressão do diafragma que algumas vibrações podem causar se atuam nos chakras gástrico e cardíaco.

Choro – Pode ser proveniente de vários fatores, inclusive, descargas energéticas e reequilíbrio do corpo emocional do individuo, até as programações mentais do subconsciente; Pode indicar sintonia com uma vibração de Oxum, Yemanjá, ou entidades que ative os chacras responsáveis pela emoção. Como também pode indicar emoção nossa mesmo… se ouvir pontos e nos emocionar…… faz parte : )

Ressalto que uma pessoa pode sentir algumas das vibrações citadas à cima, porém nem tudo que sentimos é sinal de que somos médiuns ostensivo, que precisamos desenvolver, seguir um trabalho e muito menos que somos médiuns de incorporação.

As pessoas podem ter sensações similares e do mesmo tipo, mas te garanto que nenhuma delas, sente igual e com a mesma intensidade de outras. Cada um tem sua própria e única natureza de receber as diversas e ricas energias que circulam , entram e saem de nossos corpos. Todos nós podemos estar mais sensitivos em dados momentos e mais “receptivos” a captar e perceber energias a nossa volta e dentro de nós.

Lembrar com relação à alimentação: as entidades podem atuar no chrakra gástrico, podendo causar enjôos e se nosso organismo estiver pesado com alimentos densos como carnes vermelhas e de difícil digestão, pode até provocar vômito e muito mal estar mesmo.

Antes e Após uma Sessão

Não devemos esquecer que somos um campo sempre em atividade. Existem várias reações, sensações e efeitos que se manifestam em nós, resultado do processo de movimentação energética. Essa movimentação tanto pode ocorrer durante a gira, anterior a ela, pois nossos espíritos já estão preparando nosso campo energético horas e às vezes dias antes (dependendo do tipo de trabalho que ocorrerá) ou após a ela.

Nós estamos sempre em contato com pessoas e ambientes, e somos mais que outras pessoas, sensíveis a possíveis presenças de campos energéticos de outras pessoas e ambiente, assim como nossas entidades podem estar agindo para assistência a terceiros junto a nós, sem que nos demos conta disso. Também podemos estar sendo doadores naturais de ectoplasma, e outros tipos de fluidos a alguém desvitalizado que funciona como uma fonte sugadora de nossas energias, e tudo isso pode causar alguns efeitos colaterais e deixar sensações e causar alguns efeitos, que logo passam. Outras vezes precisamos de algum tipo de recarga; banho de ervas ou passes energéticos, para repor a energia gasta.

É de grande valia, vigiar sempre seu estado emocional e equilíbrio psicológico e não permitir que pensamentos e sensações negativas façam morada de forma alguma, pois pode ser impressões e sentimentos que não nós pertençam , mas que podemos captar em ambientes e de pessoas. É sempre bem vindo a ida num terreiro ou centro espírita para passes e limpezas energéticas e irradiação.

Um fator muito importante em nosso desenvolvimento é aprender a identificar as sensações de nossas entidades, que embora pareçam tudo igual, mas não é. Para se assim nos aprendamos a fechar nossas portas quando entramos em contato com algum tipo de energia desconhecida.

Cada pessoa tem seu tempo, pois não envolve somente “abertura de canais mediúnicos”, mas o emocional e o psicológico precisam estar bem também, para que tudo ocorra de forma salutar, que traga alegria, leveza e satisfação e não mais agonia, desespero, medo e insegurança.

Sempre recomendo que converse com seu Pai/Mãe de Santo ou dirigente para tirar suas dúvidas.

Saravá!

Carol

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Médiuns Concientes e Inconcientes

Insegurança no Desenvolvimento Medíunico

É muito comum no inicio das incorporações no desenvolvimento medíunico, quando a gente está ansioso, com medo , curioso e inseguro para saber quem são nossas entidades, como trabalharam, nomes, etc… Todos já passaram por isso.

Quando há as incorporações o médium fica mais que atento a qualquer palavra que saia de sua boca ” se eu falando ou a entidades, o que vai acontecer agora, o que ele tá fazendo” ….. tudo isso faz parte do inicio, pois ser consciente é perfeitamente normal e não é sinal de “falta de firmeza, ou imaturidade nas incorporações, ou fraqueza do médium. E é nessa fase onde o médium atua muito junto com a entidade, por sua participação, ‘interatividade” que é peculiar nesse ínicio, ocorre maior incidência de uma interferência do médium, sobrepondo a da entidade. Porém, com o passar do tempo, o médium vai ganhando confiança, vai aprendendo a ficar mais alheio das manifestações da entidades, pois para ele não terá mais mistérios e se reservará da total abstenção de qualquer tipo de interferência, inclusive de sua propria opinião do que a entidade deveria agir, falar ou conduzir numa consulta.

Muitas pessoas desistem no ínicio, por não aceitar sua consciencia e não conseguir trabalhar psicologicamente essa questão e achar que é ele ali e não a entidade. De não insistir e entender que as incorporações vão se firmando com o tempo. E para a Umbanda a afinidade e sintônia nas incorporações é de fato, mais demorada. E nesse processo de ajustes, equalizações e estabelecer uma sintonia satisfatória , o médium deve entender que haverá sim erros, o seu sobrepor a propria entidade, o animismo, porque faz parte desses ajustes. Por isso o médium não deve ser pemitido ao estarem sob influência das entidades; beber, fumar e principalmente, dar consultas e atender o público, quando essa sintonia não se estabelecer de fato, avaliado pelo dirigente e guias chefes da casa.

Quando passamos a entender certos processos, eles passam a nos soar mais familiares, a parecer mais simples e natural, nem nos causar mais tanto medo e insegurança, principalmente se temos a oportunidade de estar em contato com outros que passam o mesmo ou parecido com o que passamos. Assim criamos mais segurança e vencemos o medo do desconhecido.

Não se apresse, não se precione , nem permite que outros façam isso. Cada pessoa tem seu tempo, pois não envolve somente “abertura de canais mediunicos”, mas o emocional e o psicológico precisam estar bem também, para que tudo ocorra de forma salutar, que traga alegria, leveza e satisfação…e não mais agonia, desespero, medo e insegurança…. Tente aproveitar com serenidade, leveza e amor as vibrações que você sente dos seus guias, esse é um momento único na vida de qualquer pessoa.

Médiuns Concientes e Inconcientes

Alegar que médiuns que são conscientes mais afirmam ser inconscientes por uma questão de vaidade apenas, é fechar os olhos para uma triste realidade de nossos terreiros; a ignorancia pautada no misticismo e falta de estudos sobre suas prórpias capacidades. Sabemos perfeitamente que a Mediunidade na Umbanda vai muito mais além do que Orkut, Facebook, Internet, livros, apostilas, materiais didáticos sobre mediunismo, grupos de estudos e uma educação teorica sobre o assunto. A verdade é que a grande maioria das pessoas , sejam umbandistas, e de um modo geral, não tem acesso a livros, a leitura, e a grupos de estudos que lhes propicie um esclarecimento amplo de tantas fontes competentes que atualmente abordam o assunto MEDIUNIDADE , SEUS MECANISMOS E APLICABILIDADE.

O desenvolvimento é apenas “a moda antiga”, – bota roupa entra na roda e deixa o “Santo pegar”. E antigamente , tabém sabemos bem que o misticismo , desinformação e falta de uma preocupação em amplicar e obter conhecimentos sobre mediunidade era nulo. E até hoje existem PDS /dirigentes que nem sabem o que seja psicofonia (o que em momento algum desabona seu trabalho enquanto médium), mas só passamos o que temos aos nossos filhos. Se eu nada sei sobre mediunidade, nunca me instrui sobre o assunto, o que posso passar a meus filhos ??? O que aprendi…. pautado em MINHAS EXPERIENCIAS PESSOAIS MEDIUNICAS… que sabemos hoje que cada um , tem a sua propria experiencia e a forma que a mediunidade se apresenta pra mim, não será igual a que se apresenta pra você. Sentirei -a de forma diferente.

E antigamente, como ninguem tinha uma preocupação com um estudo sobre o assunto, havia muita nebulosidade sobre o assunto. Acreditava-se de que eramos “possuidos” pelo espírito.

De que ao estarmos em transe, mediunizados o espirito entraria em nós e tomaria nossa mente, nossa consciencia, e que ao retornarmos , de nada lembraríamos. Claro que as manifestações espírituais outrora, eram mais ‘intensas” e médiuns inconscientes eram mais comum que nos dias de hoje, principalmente em termos de Umbanda, que as manifestações tem um carater mais consciente do que outras manifestações religiosas intercambiáveis espiritualmente falando.

E até hoje, a grande maioria das pessoas acreditam que ao estarmos incorporados, de nada lembramos, pois o espírito toma conta de nós e so voltamos quando o mesmo deixa nosso corpo.

Essa crença é fruto de mais de 70 por cento dos médiuns iniciantes e ela é a causa primária da grande dúvida que atormenta dos médiuns que sentem suas primeiras manifestações. ” será que era eu ou era minha entidade ? Acho que era eu mistificando , porque eu via e ouvia tudo”. E acreditem, muitos vivem em completo tormento e martírio, acreditando que está mistificando , pelo simples fato de ver e ouvir tudo o que se passa, ao estar sob influencia da entidade. Por medo de perguntar e ser taxado de mistificador, se cala e segue seu desenvolvimento baseado no medo e desconfiança de si mesmo. Descrente e duvidoso se de fato, é médium , ou está sendo influenciado pelo sua propria mente. Muitos abandonam e os que não conseguem deixar o trabalho medíunico, escondem sua consciência por anos, por medo de serem acusados de charlatãos e marmoterios. Porque ocultar sua consciência ? Segunda causa observada. Ainda sem sair desse âmbito de desinformação que é , infelizmente, reinante na Umbanda e seus frequentadosres (assitências, estes mesmos é que não tem obrigação de entender ou procurar entender sobre mediunidade), e a crênça que “se tá MESMO com santo, não vai lembrar de nada”…. O assitente acredita fielmente de que ao estar com a entidade é somente ele e a entidade. E sente-se seguro e confiante em se abrir sobres seus segredos mais íntimos e as vezes “cabeludos”. Muitas vezes, se ele souber que o médium também está ali, ele certamente acharia que tudo não passa de enganação. Pois o que ele sempre ouviu falar e que não se sabe de nada quando estamos incorporados com nossas entidades. E a própria entidade não conseguiria atingui-lo, ou seja, não conseguiria a confiança dele, para poder o ajudar.

E muitas vezes deixa-se de socorrer um pessoa por uma causa , ao meu ver, pequena. Muitas vezes para ministrar um remédio curador, é preciso dizer ao doente que é água. Certos vícios , não se desvincula assim de uma hora pra outra. Principalmente quem está de fora, ou seja, no caso dos assistentes, os socorridos da umbanda, não tem obrigatoriedade de conhecer mecanismos mediúnicos, e mais ainda , nossos fundamentos. E náo será num dia, que todas as ideias mistificadas de anos e anos , do ouviu a avô dizer, a bisavô, o tio, vai de dissipar assim. Porém no caso do médium , este sim , tem obrigação de saber, conhecer e repassar a seus irmãos.incorporacao

SER CONSCIENTE, LEMBRAR , VER E OUVIR TUDO O QUE A ENTIDADE FALA E FAZ DURANTE O PROCESSO INCORPORATIVO, É NORMAL, NATURAL E MUITO MAIS DA METADE DOS MÉDIUNS PASSAM PELAS MESMAS COISAS. MESMO OS QUE JURAM QUE DE NADA LEMBRAM. VOCÊ NÃO É LOUCO NEM MARMOTEIRO PORQUE OUVE TUDO O QUE A ENTIDADE DIZ AO CONSULTAR ALGUÈM.

Embora todos os estudos que há atualemente sejam insuficientes ainda para comprovar ou afirmar tais teorias sobre a psicofonia/incorporação e fenômenos mediunicos com relação a consciência /inconsciencia…..Alguns elementos que podemos observar que ainda são retrados de “IDEIAS MITICA”, EQUIVOCADAS ou sem nenhum embasamento amplo e coletivo, apenas obervações individuais, mediantes capacidades proprias de um determinado individuo. Por exemplo; a relação que se faz entre consciência e domínio maior por parte do espírito comunicante. Acredita-se que ao estarmos inconscientes, o espírito nesse caso, teria total domínio do corpo do médium, que um médium consciente por exemplo não poderia oferecer. Engano.

Ter ou não dominio do corpo do médium e este ficar sem poder ter nenhum tipo de controle de seu corpo, NADA TEM A VER COM NIVEIS DE CONSCIENCIA. Uma entidade pode ter controle do corpo do médium, deixa-lo impotente, sem poder exercer seus movimentos por vontade própria sem que em nenhum momento , este médium perca a consciência do que está ocorrendo. Logo, ser inconciente ou não……não está via de regra , relacionado com dominio total ou mesmo parcial do espirito sobre o médium. Ledo engano é , achar que a comprovação de uma incorporação de fato e real, está em nossa inconsciência… muitos mediuns iniciantes rezam, oram , imploram pra pelo menos um dia, ficarem inconcientes, pois so assim , eles passariam a acreditar em sua propria capacidade e acabaria com tanto tormento. Porém, ficar inconsciente ou não, não alega nem prova nada. O que , se fosse algum projeção de sua mente apenas, ele poderia inconscientemente , perfeitamente bloquear sua memória durante o “suposto transe mediunico” e de nada ele lembraria , após a “suposta incorporação.

Tal qual alguns disturbios psiquicos e psicologicos provacam perda da memoria em paciêntes com tais disturbios, como dupla ou multipla personalidade. Que causa total ausencia de memória durante a manifestação de outra personalidade do paciente, que de nada lembrará. Porém, perder os movimentos motores e controle dos orgãos da fala, é o primeiro fato comprobatório de que há uma força , além de nossa mente que age sobre nós, direcionando nossos movimentos com vontade propria e que é inteligente, pois pode manifestar individualidade , a quem de nossa propria inteligencia e saber. O que ficaria muito mais díficil , ser uma caraterização de nossa mente agindo, pois , inconscientemente , não é algo que queremos ou imputimos em nós, como no caso dos disturbios psicológicos, que por mais que naquele momento seja algo aquem de nossa vontade, é criação de nosso querer , de nossa vontade , mesmo que não tenhamos consciência disso.

O ser humano é UNO. Ele não pode manifestar uma inteligencia além da sua, uma vontade que denota uma inteligencia, uma consciência além dele mesmo, que não seja outra consciencia/um outro espírito. Uma outra observação que pouco se faz, a diferença entre psicofonia e incorporação. Se eu perguntar o que é incorporação , e seus processos, a grande maioria vai dizer, é a mediunidade que os espíritos usam para falar através do médium, mediante a um ‘acoplamento” , o espírito encosta no médium , lhe transmite mentalmente as mensagens , o médium interpreta mentalmente e transmite como ouviu. Ou seja, as mensagens passa pelo médium, que exterioriza o que o espirito fala, é uma comunicação entre corpo astral do médium e do espírito. Não discordo, porém acrescento… esse ‘acoplamento” pode ser mais intenso ou não…. quando é mais intenso, dando a sensação de perda de controle e transe mediunico, podendo interferir nos movimentos do médium , pelo maior proximidade da energia da entidade, principalmente se esta energia for de um padrão mais distante do médium, ou este não estiver ainda em harmonia sincrônica com suas entidades, costuma-se chamar de INCORPORAÇÃO. Se for um acoplamento mais sutil, costuma-se chamar de mediunidade intuitiva. Porém, ambas tem o mesmo processo.. basicamente são iguais….. E é esse tipo de mediunidade que está em grande número na Umbanda. Podemos dizer que a maioria das capacidades mediunicas em nossa Seara são intuitivas, em maior ou menor grau. E este tipo de capacidade , dificilmente interfere na consciência do médium, impedindo-o de lembrar e estar “presente” no momento da manifestação de seua entidades.

O termo incorporação, tomou um status genérico que emgloba todas as capacidades de comunicaçao que precise que o médium transmita a mensagem que o espírito que dar. Porém a psicofonia tem carater diferenciado. Para que haja um fenomeno psicofônico, o espírito precisa via de regra, agir sobre os orgãos da fala do médium. Podendo essa psicofonia ser mecânica, comparando a psicografia mecânica, onde o espírito toma a mão do médium , sem que passe por sua mente, e nesse caso , podendo escrever em linguas e usar letras que o médium desconhece..ou semi mecânica, onde o comando passa pela mente do médium, que registra tal controle e age diretamente nos orgãos que irá exercer a comunicação.

Tais capacidades, principalmente as mecânicas , são extremamente raras atualmente, e em temos de Umbanda , mais raras ainda. E estas porem exercer uma perda de memoria/consciencia em maior ocorrência do que, o que se classifica hoje como incorporação. Ser ou passar a ser inconsciente ou não ao contrario do que se pensa, não está relativo a TEMPO DE DESENVOLVIMENTO, status ou melhor capacidade mediunica. Ser ou não in-consciente não é um estado permamente, principalmente se tratando de Umbanda. O que podemos observar é que a entidade pode – claro mediante a uma possibilidade particular do médium – inferir em determinado momento/dia uma inconsciencia, se assim achar necessário. Porque então se obseva que muitos médiuns com o passar de anos no labor , passa a ser inconsciente ?? Capacidade particular dele, que as entidades e seu proprio espirito está fazendo uso, pelo carater que tomou o trabalho mediunico. Muitas vezes o espírito do médium, sai literalmente em desdobramento , vai se ocupar de outras coisas em outros planos, e deixa a entidade trabalhar, tamanha é a afinidade e confiança que se estabeleceu, como também após anos e anos de labor mediunico, o trabalho constante parece tomar um carater similar e o espírito do médium , muitas vezes aproveita esse tempo para ocupar de outros ensinamentos e trabalhos em outros planos. Porém , nem todos os médiuns tem propriedades espirituais que lhes permita tais viagens astrais em dado momento.

So pra resumir… a consciência ou inconsciência requer uma série de fatores e condições , que mesmo que não esteja fehado o assunto nos meios de pesquisa, podemos através da observação de outros médiuns ratificar e retificar, esclarecendo, muitas teorias que em voga, prejudicam e muito o desenvolvimento mediunico.

 

Muito Axé pra todos!

 

 

O Novo Médium na Umbanda


Novo Médium… deve merecer dos filhos de Fé já maduros (iniciados) toda atenção, carinho e respeito quando adentram no espaço interno das tendas, pois é mais um filho da Umbanda que é “dado” à luz. E tal como quando a generosa mãe dá à luz mais um filho, onde tanto o pai quanto os irmãos se acercam do recém-nascido e o cobrem de bênçãos, amor, carinho e… compreensão para com seus choros, o novo filho de Fé ainda é uma criança que veio à luz e precisa de amparo e todos os cuidados devido à sua ainda frágil constituição íntima e emocional.

Do lado espiritual, todo o apoio lhe é dado, pois nós, os espíritos guias deles, sabemos que este é o período em que mais frágil se sente um ser que traz a mediunidade.

Para um médium iniciante, este é um momento único em sua vida, e também um período de transição, onde todos os seus valores religiosos anteriores de nada lhe valem, pois outros valores lhe estão sendo apresentados. Continuar lendo O Novo Médium na Umbanda

Médium e Exu

Médium e Exu

Muitas vezes, ele funciona como um espelho, refletindo em seu comportamento os defeitos e qualidades de seu médium. Não estamos falando aqui de mistificação nem animismo e sim de um comportamento em que pela convivência um exterioriza qualidades e defeitos do outro. Continuar lendo Médium e Exu